"Pedro recebeu
qualquer ligação, levantou-se e despediu-se de Mateus com um aperto de mão.
Ambos partiram para cada lado, e Mateus entendeu que ali residia um fim. Um fim
que, atravessando a rua se tornou real. Neste fim, Mateus lembrava-se apenas de
ver um sol, de raios suaves que lhes acariciava a pele, secando-lhes as gotas
de água que ainda caiam garoando. Um sol esmaecido de nuvens ou coisa assim.
Entendeu que ali era, depois de tudo, o seu fim." (Sol Esmaecido, 2012)
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